quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A crise segundo “Einstein”

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”

Albert Einstein

3 comentários:

César henrique disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Polêmica disse...

É isso mesmo. Temos que trabalhar duro, afinal de contas, são nas dificuldades que as pessoas abrem o coração, se tornam receptivas à novas idéias, estratégias e exercitam sua mente. A pior crise é a que acontece dentro da gente.

Beijão!

Marcus Feichas disse...

Caro Bruno e "amiga" Polêmica,

Texto lúcido oriundo de uma mente brilhante. E as mentes brilhantes se desenvolvem mais nas agruras do que nas trilhas de flores. É certo que fugimos das intempéries, corremos dos obstáculos, evitamos o caminho tortuoso. Mas, é também justo destacar que nas rochas que compõe os montes está a força que sustenta a natureza viva das árvores. É de pedras que se constroem as casas que nos abrigam das tempestades. E é de pedra em pedra, pisando-as, que aprenderemos a selecionar o piso macio do amanhã. Não há aprendizado sem erro, não há crescimento sem dificuldade. Assim como se lapida a alma com os absurdos do mundo, se talha a mente sábia com os inponderáveis da vida.

Abraços.

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