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Entre borrachas e apontadores, mora o meu grande amor
Colei seu nome com várias cores,
num livro que ela me emprestou
Mandei mil balas
e mariolas,
roubei as flores todas do jardim
Eu faço tudo na minha escola, pra ver se ela gosta de mim
Cola o teu desenho no meu, pra ver se cola
Cola o meu retrato no teu e me namora
Comigo nessa dança,
um sonho de criança
E o meu coração colado ao teu pra ver se cola
A série americana "Os Simpsons", que levou à telinha uma das famílias mais famosas da televisão, são um bom exemplo da fé católica segundo a Igreja, que aceitou o desenho como fonte de aprendizagem para crianças e adolescentes.
"'Os Simpsons' são um dos poucos desenhos de grande difusão nos quais a fé cristã, a religião e questões sobre Deus são temas recorrentes", disse nesta segunda-feira (18) o padre Francesco Occhetta, responsável pela área de direito e sociedade da revista "La Civilta Cattolica".
A partir de um capítulo da sexta temporada intitulado "O Pai, o Filho e o santo convidado especial", no qual Homer e Marge Simpson decidem inscrever seu filho Bart em uma escola católica, o jesuíta analisa em artigo a série de um ponto religioso e antropológico, e afirma que os personagens divulgam uma imagem positiva da Igreja Católica.
"Os Simpsons não atacam a religião, estão muito atentos aos testemunhos da Igreja e respeitam o núcleo do evangelho", assegura Oncchetta.
Mas nesse mesmo episódio, os desenhos de Matt Groening satirizam sem medo os aspectos das escolas católicas e mostram um resignado Bart Simpson que sofre com os castigos violentos das freiras.
Occhetta admite que o capítulo tem um tom irônico e burlesco, e afirma que essas imagens revelam "a relação negativa que os Estados Unidos têm com as escolas católicas", mas sustenta que os valores de respeito, união e fidelidade estão refletidos na série e cita uma frase do próprio Bart: "Para poder salvar a mim mesmo tenho que salvar aos demais".
"É uma frase muito evangélica, e bastaria que milhares de crianças pudessem receber esse ensinamento de Bart Simpson para que o mundo mudasse", sentença.
Segundo o juiz da 8ª Vara Cível de Belo Horizonte, Jair José Varão Pinto Júnior, "nem a ciência nem os homens podem afirmar o que se reserva a esta vida ou àquelas que com ela estão veiculadas".
A gestante alegou à Justiça que a má formação foi detectada por meio de exames, quando o feto tinha 14 semanas de vida. De acordo com o fórum, na ocasião, ele estava vivo. Os exames teriam apontado pequena quantidade de tecido encefálico que poderia indicar anencefalia.
O magistrado fez questão de destacar a presença de tecido encefálico na criança e argumentou que não concordava com o pedido, já que o aborto não é espontâneo. "Desta forma, há vida. Não nos compete retirá-la. A obstrução desta vida não possui respaldo legal", destacou o juiz.
A decisão em 1ª instância é do dia 14 de outubro. O advogado Cláudio Miranda Pagano disse que entrou com recurso nesta segunda-feira e pediu que a apreciação seja feita com urgência.
Sem você, sem você...
"A amizade com Jesus se aprende no amor pela Sagrada Escritura, no amor pela liturgia, na fé profunda, no amor a Maria".
Assim se pode conhecer "cada vez mais o próprio Deus" e se alcança "a verdadeira felicidade, a meta da nossa vida".
Bento XVI