segunda-feira, 12 de abril de 2010

Na fé!


Ser católico, ter um distintivo marcado com óleo e água. Caminhar sob um símbolo que num passado cravou-se num monte, Lugar da Caveira, e onde um homem que sendo Deus aceitou morrer.
Ser católico, da ordem de muitos santos e santas, uma legião de adoradores e adoradores, que mais que qualquer outro povo ou confissão adora em espírito e em verdade, a Divindade Suprema de sua fé. Adora por que em verdade vê, ainda que por véus, o Corpo de seu Redentor e bebe Seu Sangue.
Ser católico, que no meio do mundo diz não e é jogado às feras pela defesa da fé, da justiça e da verdade. Ainda que digam o contrário, esse é nosso histórico.
Ser católico, quando é difícil, quando se ataca a sua fé, quando se risca seu horizonte com heresias, quando se é enganado pela astúcia do mundo ou falsas doutrinas, quando se deixa levar-se pelos ventos tumultuados dos falatórios quer seja da mídia quer seja de insanos falsos profetas.
Ser católico, na maior nação católica do mundo, infestada de seitas cristãs, ardorosas no orar, cheia de falatórios e sons altos que ensurdecem a mente dos desavisados e os induzem ao erro.
Ser católico na dor de ver seu pastor ferido, sua Igreja difamada, seus pastores negligentes e sua fé desacreditada.
Ser católico é crer que um só fundou a Igreja e só ela é de fato Igreja.
Ser católico é crer que nenhuma das portas do inferno prevalecerão contra a Única Porta do redil do Senhor, pois ele mesmo sendo a cabeça é a porta por onde essas ovelhas entram.
Sou católico não por tradição, mas por certeza, depois de meu santo batismo e meus sacramentos de iniciação, fui prudente confirmar na fé da Igreja, pelo óleo do Santo Crisma, a minha adesão livre ao meu batismo e a fé da Igreja.

Professo assim minha fé com verdade.

4 comentários:

Ana Maria Nunes disse...

mas muito me honra a felicidade de tê-los assim, diferentes mas crentes, as vezes no mesmo Deus!
Feliz por eles serem hereges????
Quanto relativismo!

Bruno Augusto disse...

Facto!

Depois que escrevi, percebi o erro que havia cometido. Não se pode turvar a água límpida da fá católica com a sujeira de hereges que com conversinhas enganam a gente. De fato, escrevi sem pensar no que escrevia, ou me guiava o medo de sofrer represália por parte de um ou outro visitante. Mas incorria na negação do que escrevia anteriormente. Devo morrer pelo que prego e professo, mesmo que seja morrer aqui pregando pelo blog.
Retratado confesso meu erro e não me lançarei mais ao cuidado das palavras que for dirigir a hereges!

Muito obrigado por me abrir os olhos!

Ana Maria Nunes disse...

Vai em paz e n peques mais kkkkkkkkkkk

Tira essa verificação de palavras daí, pelo amor de Deus!!!!

Bruno Augusto disse...

Nãoo consigo retirar essa verificação.. já escolhi essa opção, mas o blog não retirou...

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